O que fazer com o lixo eletrônico?

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Os aparelhos eletrônicos que usamos no dia a dia ficam obsoletos cada vez mais cedo. Foi-se o tempo da geladeira que era para sempre ou do computador que durava anos. A indústria tem renovado seus produtos com frequência para atender consumidores sempre ávidos por novidades. No entanto, a troca constante de eletroeletrônicos gerou um problema real: o que fazer com os modelos antigos?

Jogar no lixo comum é a pior opção, pois eletroeletrônicos possuem mais de vinte tipos de metais pesados que são poluentes, como ouro, cobre e alumínio. Além disso, são equipamentos que levariam centenas de anos para se decompor junto à natureza.

O descarte correto é necessário para proteger o meio ambiente. Há empresas especializadas em receber aparelhos velhos, quebrados e lotes de produtos da indústria com defeito. Esses equipamentos contêm peças e materiais que podem ser totalmente reaproveitados, mesmo quando estão quebrados.

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Esse processo, chamado de manufatura reversa, é uma tendência em vários segmentos da economia. No caso do lixo eletrônico, permite a reciclagem de mais de 85% do material descartado. Na manufatura reversa de eletroeletrônicos, ocorre o movimento inverso ao de uma linha de montagem. Os componentes são desmontados e, uma vez separados, poderão ser reaproveitados em outros processos produtivos.

Alguns municípios disponibilizam ecopontos para a população descartar o lixo eletrônico. Há estabelecimentos de ensino, como a Universidade de São Paulo, no campus da capital paulista no Butantã e a Pontifícia Universidade Católica no Rio de Janeiro (PUC-RJ) que também estão preparados para receber esses equipamentos.

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