Fundação Colnaghi usa redes sociais para ajudar pais e filhos a enfrentar o isolamento social imposto pelo coronavírus

José Roberto Colnaghi é um dos fundadores da entidade que usa atividades lúdicas para orientar os alunos

Alunos e colaboradores aprenderam mais sobre o vírus e como minimizar os riscos de contaminação através de atividades lúdicas. Foto: Divulgação.
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Com uma pandeia atingindo o mundo, o comércio,as instituições de ensino e empresas tiveram que adaptar suas rotinas para priorizar a saúde de todos e ajudar a minimizar os riscos de disseminação do Covid-19. “A Fundação Colnaghi, antes mesmo do vírus se alastrar no Brasil, decidiu antecipar as férias para que alunos, colaboradores e professores pudessem cumprir a orientação de distanciamento social”, diz José Roberto Colnaghi, presidente do Conselho de Administração do Grupo Asperbras e um dos fundadores da instituição.

 

Antes das férias, a Fundação intensificou as atividades de conscientização das crianças por meio de brincadeiras, além de informação oficial e precisa para os adultos. “Na luta contra o vírus, o único modo de se prevenir é por meio da informação segura,” esclarece José Roberto Colnaghi. “Esse é o papel da Fundação Colnaghi. Educar e informar os alunos, suas famílias e seus colaboradores.”

 

Redes Sociais

 

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A Fundação Colnaghi, em suas redes sociais, continua orientando as famílias por meio de dicas para que mantenham uma rotina saudável durante a quarentena. Nos perfis das redes sociais, Facebook e Instagram, a escola sugere brincadeiras e exercícios que, além de divertir, educam, estimulam o vínculo familiar e ajudam com os cuidados necessários para o combate ao coronavírus.

 

Covid-19

 

Antes da quarentena, com foco na prevenção da doença, a Fundação Colnaghi optou por instruir seus alunos sobre a seriedade do problema por meio de atividades lúdicas que ressaltaram a importância da higiene e saúde corporal.

Artes plásticas, música, movimento corporal, estudo da língua inglesa, exercícios de leitura e escrita, foram instrumentos usados pelos os professores para tirar dúvidas das crianças.   Essas atividades derivam do conceito da arte-educação, uma das metodologias adotadas pela instituição para incentivar o aprendizado infantil. “O que é “vírus?” e “O que é gripe?’ foram perguntas que possibilitaram a explicação sobre o que é a pandemia que afeta praticamente todos os países do mundo. Outro assunto abordado nas lições foram os sintomas da doença. Foi um exercício de aprendizagem coletiva.

 

EPIs

 

As ações se estenderam à comunidade local. Desde o final de fevereiro, a Fundação disponibilizou atendimento às famílias dos alunos e, sob orientação da psicóloga da entidade, foram produzidos materiais informativos para que todos pudessem sanar suas dúvidas sobre como se proteger. Além do passo a passo sobre os cuidados  para o dia a dia, foi reforçada a importância da utilização  dos Equipamentos de Segurança para a Saúde (EPIs). Houve alerta, também, sobre a importância do distanciamento social e os profissionais da instituição se empenharam para esclarecer a todos que o momento é difícil, mas que com o tempo tudo voltará ao normal.

 

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