Secretaria de Agricultura do município de São Paulo publica manual de boas práticas para sacolões, varejões e feiras livres

Além da resolução publicada no Diário Oficial, cartazes e uma cartilha com recomendações e orientações serão distribuídas aos consumidores

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A Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo publicou na quarta-feira (25), resolução que estabelece boas práticas a serem adotadas pelos varejões, sacolões e feiras livres do Estado em razão da pandemia do Novo Coronavírus (COVID19). Além da resolução publicada no Diário Oficial, cartazes e uma cartilha com recomendações e orientações serão distribuídas aos consumidores e comerciantes que frequentam tais locais.

Todos os documentos elaborados têm como objetivo evitar a disseminação do vírus e o contágio dos trabalhadores e consumidores. Ao mesmo tempo, zelar pela continuidade de serviços essenciais para a saúde, segurança alimentar e economia do País. Da produção à comercialização, as orientações buscam garantir que os produtores rurais tenham para onde escoar a sua produção. Além disso, que os mini e pequenos mercados, comércios e restaurantes não fiquem desabastecidos, bem como a população em geral.

Agronegócio fundamental

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O secretário de Agricultura, Gustavo Junqueira, afirma que o agro não pode parar e que é fundamental adotar certas medidas para o sustento da produção. “Essas são algumas ações que estamos adotando aqui em SP para garantir o funcionamento de toda a cadeia do agronegócio, na qualidade de atividade essencial para a população, para a economia e para a saúde. Temos defendido e tomado medidas para apoiar o setor, mantendo a geração de renda e empregos, e, ao mesmo tempo, zelando pela segurança e saúde de todos que atuam nessas atividades e dos próprios consumidores”, destacou o Secretário.

Boas práticas

As boas práticas englobam desde regras básicas de higienização, saúde e saudabilidade dos alimentos, que devem ser adotadas normalmente, até orientações específicas que em razão da pandemia, como o afastamento de profissionais pertencentes ao grupo de risco e também aqueles que tenham contato direto com essas pessoas, medidas que evitem aglomerações, proibição de degustação de frutas e legumes e demarcação no chão na distância de pelo menos um metro entre o consumidor e o comerciante.

Com relação às atividades voltadas a comercialização de varejo tais como, feiras, sacolão ou varejão, localizada especificamente em entrepostos de abastecimento alimentar, a Secretaria recomendou a suspensão temporária durante a crise.

Funcionamento

Foi também enviado ofício aos Prefeitos de todos os municípios do estado, adicionalmente ao encaminhado no início da semana, para reforçar o apoio e a importância de manter toda a cadeia do agro em funcionamento, bem como divulgar as novas orientações e diretrizes com relação às feiras, varejões e sacolões. “É fundamental, neste momento de crise, mantermos o contato próximo com todos os municípios. Precisamos atuar como consultores e apoiadores das medidas necessárias para protegermos a atividade econômica, mencionou o secretário.

Para que restaurantes não fiquem desabastecidos, bem como a população em geral. O secretário de Agricultura e Abastecimento Gustavo Junqueira afirma que o agro não pode parar. Além disso, ressalta que é fundamental adotar certas medidas para o sustento da produção, com segurança. “Essas são algumas ações que estamos adotando aqui em SP para garantir o funcionamento de toda a cadeia do agronegócio. Na qualidade de atividade essencial para a população, para a economia e para a saúde. Temos defendido e tomado medidas para apoiar o setor, mantendo a geração de renda e empregos. Além disso, ao mesmo tempo, zelando pela segurança e saúde de todos que atuam nessas atividades e dos próprios consumidores”, destacou o Secretário.

Fonte: Secretaria de Agricultura de São Paulo

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